segunda-feira, 24 abr 2017
Administração

Auschwitz

Auschwitz é o nome, não de um, mas de uma rede de campos de concentração localizados no sul da Polônia que foram operados pelo Terceiro Reich nas áreas anexadas pela Alemanha Nazista, sendo o maior símbolo do Holocausto  perpetrado pelo nazismo durante a Segunda Guerra Mundial. A partir de 1940, o governo de Adolf Hitler construiu vários campos de concentração e um campo de extermínio nesta área. Em 27 de abril de 1940, Heinrich Himmler, o comandante supremo das SS, deu ordens para que a área dos antigos alojamentos da artilharia do exército, fosse0,,17620367_303,00 transformada em campos de concentração, no local agora denominado Auschwitz. O complexo construído, foi designado por ele como campo de extermínio e o lugar para a Solução Final dos judeus.

Um dos piores nomes do nazismo, sem sombra de dúvidas, foi Joseph Mengele, um médico que atuou no campo de Auschwitz. Ele foi responsável por inúmeros experimentos bizarros com pessoas vivas e mortas, além da tortura de um número sem fim de homens, mulheres e crianças, no que foi uma prática comum no Nazismo e podemos ver relatado no post: “Experiências Nazistas“.

Foi neste lugar que foi parar L.P, numa regressão que o fez viajar no tempo, dentro de seu inconsciente em 2016. Jovem professora que chegou para sua terceira regressão, aonde veio por estar com grandes problemas de relacionamentos , findou descobrindo que tinha culpas e outros problemas de personalidade que lhe atrapalhavam muito na vida, ao mesmo tempo que nos ajudou a descobrir o que se passava em locais como aquele. Vejam seu relato:

“Vejo uma mulher loira, de olhos verdes tristes, de roupa escura, bem suja, alta, magra. É um campo de concentração…Auschwitz. É grande, com muitos galpões, tem outras pessoas como eu, judeus, tenho 43 anos. Estávamos trabalhando, com muito peso…alguns morriam, não aguentavam, me sentia quase sem forças. Estava aqui a dois anos” – Falava num tom triste – “Via a morte todos os dias, sentia uma saudade imensa dos meus filhos” – 20080606_1285561318_zycie_i_smierc_3Sua voz se angustiou e a respiração se tornou pesada – “Nunca mais os vi, nem meu marido. Antes eu vivia na Polônia, tinhamos um comércio, um dia soldados alemães invadiram minha casa e nos levaram – Ela começou a chorar e suspirar, e disse quase gritando: “Eu queria morrer, mas não ficar longe de quem amava!!! Gritava, pedia clemência pelos meus filhos, sentia um dor imensa, dilacerante… Queria matar! Não era justo comigo!

Logo que cheguei fui trabalhar na cozinha, mas isso durou pouco, pouco depois fui trabalhar duro, como um homem, em serviços pesados. Só pensava em sair viva dali pelos meus filhos. Fui vivendo nesse sofrimento até que num dia de sol, em meio ao trabalho, caí sem forças, não aguentei mais o esforço, senti a morte chegar; me obrigaram a levantar, mas não dava e eu desmaiei, daí a pouco senti um estrondo…era uma bala, e eu não existia mais. Fui morta com um tiro na cabeça!” – Quase gritou L.P, começando a chorar convulsivamente. “Meu corpo ficou jogado ali, no chão, inerte, estava com 45 anos, estava cadavérica, de olhos fundos”.

Depois destes momentos de intensa emoção e sofrimento aguardei alguns instantes e perguntei-lhe o que havia ficado de tudo aquilo que ela passou. Ela com uma voz baixinha, quase sumida, respondeu: “Pensei em ficar no campo, não sabia para onde ir…depois de algum tempo comecei a pedir ajuda de Deus, rezava sem entender o que era estar morta…ninguém havia me dito como era”.

“No meio do escuro vi então surgir uma luz, muito branca, e alguém estendeu a mão para mim, era um homem de uns 55 anos, grisalho, ele pediu para que eu não tivesse medo e confiasse nele, peguei sua mão e me senti caindo…precisava seguir…fui adormecendo, entendi nesse momento então o que era a morte. Fiquei assim dormindo, muito tempo, quando acordei estava num hospital, eu só queria dormir e esquecer, pensava em como a dor da saudade era dilacerante e que o desequilíbrio me fez perder de mim mesma, ficando sozinha. Soube então que meu marido e meus filhos também morreram, meu marido foi executado e meus filhos foram para a câmara de gás. Depois de um tempo fiquei mais aliviada, mas ainda sentia o desejo de voltar para aquela vida miserável, achava que precisava cumprir algo. Sentia um culpa muito grande pelo que havia feito em minhas vidas anteriores, descobri que havia infringido as leis de Deus em várias delas.”

 

ARQUIVO MORTO

AOS MEUS PACIENTES

Nos últimos 10 anos tive pacientes dos mais diferentes tipos no meu consultório: tive os agradáveis, os difíceis, os que queriam resolver logo sua vida, os que queriam apenas aliviar suas dores, aqueles que não sabiam o que queriam, os curiosos; alguns jovens, corajosos; anciãos às portas da morte, pacientes espiritualizados, céticos, cínicos, com fé demais, com fé de menos, "loucos varridos", pacientes divertidos, prepotentes, alguns amargos; todos de alguma forma doentes... de tudo: do corpo... da alma... do coração; mas todos com algo em comum, a necessidade de dividir suas dúvidas e angústias com alguém, de encontrar uma saída para suas dores e formas de acertar o que estava errado em suas vidas.

(clique aqui para ler na íntegra.)

VÍDEOS

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CONSULTAS EM MANAUS