sábado, 21 out 2017
Administração

Fazendo feitiços

Muitas vezes ouvimos falar que na história muitos foram tomado por bruxos e feiticeiras, principalmente na Idade Média; isso é normalmente relegado ao plano das superstições ou das perseguições religiosas, muito comuns naquela época, mas tive um relato que me foi relatado por L.C em 2004, cliente que veio à terapia por conta de vários problemas, inclusive os espirituais, que lhe traziam muito sofrimento. Neste relato veremos que as estórias que ouvimos não eram de todo fantasiosas e que, no fundo, tinham muito da influência que todos nós sofremos do plano espiritual.

“Estava num mercado barulhento, tinha mais ou menos 40 anos, queria comprar algo, estou com pressa, ansiosa e com medo, queria comprar uma erva para fazer uma poção de caldeirão, para prejudicar um homem. Ele me desafiou, mediu forças comigo, era alguém que mandava naquele lugar, ele usava chapéu e tinha um bigode grande, tomou a casa que eu morava e tive que sair de lá. Vou fazer uma maldade, colocar muita energia ruim para fazer essa poção.Bruxa Deu certo, pouco tempo depois ele ficou doente, era tão altivo e agora anda encurvado de dor, bem feito!!” — Disse, demostrando prazer pelo resultado de suas ações — “Quem mandou ele se meter comigo, ele vai definhar até morrer, eu consigo fazer tudo o que quero!”  

Depois disso ela contou que ele morreu, mas as coisas ainda não haviam terminado aí. Após voltar para casa, sentindo-se revitalizada e orgulhosa começou a perceber aquele homem lá, lhe rondando, isso lhe tirou a paz: “ Ele fica me perturbando…sinto medo, fico apavorada, estou arrependida…daria tudo para ficar em paz. Fui envelhecendo e ficando louca, gritava, ria sem dormir, sentia ele me pegar e gritar: ‘Vem pra cá! Vem pra cá! Ele me puxava, eu não queria…não queria ir” — Sua voz era toda angústia e agonia — “Até que já com uns setenta anos ele me pegou e arrancou do corpo…morri numa crise de desespero.

Depois de morta meu corpo ficou com uma aparência horrível, do olhos abertos, apavorada. Pensei, não sei quanto tempo depois, ainda em espírito, que a gente não deve cultivar inimizades, nem se perder em disputas, temos que viver em paz, senti muito arrependimento de ser tão orgulhosa… tenho que me adaptar e me conformar com o que eu não possa mudar”.


 

ARQUIVO MORTO

AOS MEUS PACIENTES

Nos últimos 10 anos tive pacientes dos mais diferentes tipos no meu consultório: tive os agradáveis, os difíceis, os que queriam resolver logo sua vida, os que queriam apenas aliviar suas dores, aqueles que não sabiam o que queriam, os curiosos; alguns jovens, corajosos; anciãos às portas da morte, pacientes espiritualizados, céticos, cínicos, com fé demais, com fé de menos, "loucos varridos", pacientes divertidos, prepotentes, alguns amargos; todos de alguma forma doentes... de tudo: do corpo... da alma... do coração; mas todos com algo em comum, a necessidade de dividir suas dúvidas e angústias com alguém, de encontrar uma saída para suas dores e formas de acertar o que estava errado em suas vidas.

(clique aqui para ler na íntegra.)

VÍDEOS

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CONSULTAS EM MANAUS