sábado, 24 jun 2017
Administração

Enlouquecer alguém

Uma das formas de vingança que  mais comumente tenho acompanhado nas regressões de meus clientes é o ato de enlouquecer alguém. Vou explicar como isso acontece. Existe uma diferença dimensional entre vivos e “mortos” muito grande o que torna impossível para estes causar um dano físico mais intenso ou mesmo a “morte”aqueles que se encontram ainda em nosso plano, como muitos seres do astral gostariam, para abreviar o reencontro entre inimigos do passado. Assim os “vingadores” do passado tentam de outras maneiras destruir a vida dos infelizes que caem em suas tramas. Esse foi o caso da personagem de Sandra, paciente que se tratou em 2009 e que nos trouxe um grande aprendizado destes mecanismos de afecção espiritual. Vejamos:

“Tem uma fazenda com escravos negros, com homens e mulheres que trabalham na lavoura de cana. Eu sou um homem de 30 e poucos anos, claro, de chapéu, botas, camisa e calça;  trabalho como capataz dali, estou vigiando os escravos, afinal eles são preguiçosos. Mas era ambicioso, não me contentava em ser apenas o capataz, não era feliz assim, queria ser o dono da fazenda, eu era mau. Gostava de usar as negrinhas… para mim elas eram só animais.

Um dia abusei da minha condição e quis estuprar a filha do dono da fazenda, já fazia um tempo que eu gostava dela, mas ela gritou e chamou a atenção dos outros empregados da fazenda. Eles me pegaram. me botaram num tronco… como os negros, senti revolta! Raiva, humilhação! — Falou quase aos gritos — Me torturaram! servi tão bem na fazenda e não fui reconhecido. Sou branco, não sou preto!! — Agora gritava — “Mas não adiantava, agora todo mundo ria de mim…morri todo ferido, feito um trapo”.

Depois da morte nosso capataz, perturbado pelo que tinha lhe acontecido disse: “Fiquei igual a ‘alma penada’ na cabeça do pai e dela, fiquei muito tempo…até ele enlouquecer; ele era mau também. Mas pensei que no fim nada valeu a pena naquela vida” — Falou loucuradesconsolado — “ A única coisa que valeu foi ver ele rindo que nem doido. E eu já era triste mesmo, vida triste…sem sentido…tinha raiva de mim mesmo, não era ninguém. Afinal era escravo também, só não levava chicotada, mas obedecia ordens…” — Depois desse relato aquele espírito triste e desconsolado pareceu ter entendido alguma coisa sobre a vida e a existência — “Queria ter uma família, alguém para gostar de mim e eu pudesse gostar, de verdade. Não quero mais ser um João-ninguém e ser mandado, não gostei disso. Não quero mais ser triste nem tarado, eu era muito ruim”.

 


 

ARQUIVO MORTO

AOS MEUS PACIENTES

Nos últimos 10 anos tive pacientes dos mais diferentes tipos no meu consultório: tive os agradáveis, os difíceis, os que queriam resolver logo sua vida, os que queriam apenas aliviar suas dores, aqueles que não sabiam o que queriam, os curiosos; alguns jovens, corajosos; anciãos às portas da morte, pacientes espiritualizados, céticos, cínicos, com fé demais, com fé de menos, "loucos varridos", pacientes divertidos, prepotentes, alguns amargos; todos de alguma forma doentes... de tudo: do corpo... da alma... do coração; mas todos com algo em comum, a necessidade de dividir suas dúvidas e angústias com alguém, de encontrar uma saída para suas dores e formas de acertar o que estava errado em suas vidas.

(clique aqui para ler na íntegra.)

VÍDEOS

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