quinta-feira, 21 set 2017
Administração

Na Revolução Francesa

“Estou na França do século XVIII, É noite em Paris, onde moro, parece que está havendo uma revolução. Tem muitos soldados na rua, casas incendiadas e tiros para todo lado. Eu procuro meu filho no meio daquela confusão, ele tem 11 anos e se perdeu de mim, o achei pouco depois,assustado, mas bem; meu marido no entanto foi preso, ele era um dos líderes revolucionários. Fiquei muito preocupada, eu não tinha como viver, a única saída, pensei, era fugir para o campo, mas antes disso fui visita-lo no calabouço onde estava preso”

Esse relato inicial de A. R numa regressão em 2007 me levou de imediato e lembrarrevoluçao francesa de um dos fatos mais marcantes da história moderna: a Revolução Francesa, ocorrida em 1789, derrubou um regime monárquico que perdurava já a três séculos na França e teve como fato marcante a decapitação do Rei Luís XVI e sua esposa, Maria Antonieta; e findou abrindo espaço para o aparecimento de uma figura mítica da história mundial, Napoleão Bonaparte. período que aparece em outro relato do Blog chamado “Nas Guerras Napoleônicas”.

“Algum tempo depois ele conseguiu fugir daquela masmorra e fomos os três para o campo, viver clandestinamente, eu queria apenas ter uma vida comum”. – Pensei noutro fato que marcou o início da Revolução, a queda da Bastilha, antiga prisão dos desafetos da monarquia, será que o marido de nossa personagem ficou preso lá?

“Mesmo no campo a política atrapalha nossa vida em família, tudo é perigoso, a situação é instável e me sinto sempre mal com medo, só que ria que ele abandonasse aquilo. Findamos fugindo para a Itália e passamos um tempo lá até a revolução acabar, mas ele não parou suas atividades políticas. Quando a revolução terminou finalmente retornamos e meu marido conseguiu um cargo importante no novo governo e as dificuldades e aflições financeiras acabaram. Eu estava exausta, sofremos muito para chegarmos aqui, pelo menos agora vou conseguir tranquilidade para criar nosso filho, ele já está com 15 anos. Pensei que apesar de eu ser contra as coisas que meu marido fazia valeu a pena;  a população passou a viver melhor.

Vamos viver bem, tivemos outros filhos e netos e passamos a fazer parte da elite nacional. Tivemos uma vida boa até a velhice. Morri com uns 80 anos, em meu leito, doente, mas tranquila. No fim daquela existência guardei no espírito foi que, mesmo quando tudo parece perdido, as coisas se resolvem, por pior que tudo pareça. E que sempre vale a pena arriscar, mesmo quando isso parece insano ou impossível. O bem tem que ser para todos, não apenas para uma ou duas pessoas”. 

 


 

ARQUIVO MORTO

AOS MEUS PACIENTES

Nos últimos 10 anos tive pacientes dos mais diferentes tipos no meu consultório: tive os agradáveis, os difíceis, os que queriam resolver logo sua vida, os que queriam apenas aliviar suas dores, aqueles que não sabiam o que queriam, os curiosos; alguns jovens, corajosos; anciãos às portas da morte, pacientes espiritualizados, céticos, cínicos, com fé demais, com fé de menos, "loucos varridos", pacientes divertidos, prepotentes, alguns amargos; todos de alguma forma doentes... de tudo: do corpo... da alma... do coração; mas todos com algo em comum, a necessidade de dividir suas dúvidas e angústias com alguém, de encontrar uma saída para suas dores e formas de acertar o que estava errado em suas vidas.

(clique aqui para ler na íntegra.)

VÍDEOS

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