sábado, 19 ago 2017
Administração

A Psicologia de Jesus

Quando iniciei meu trabalho terapêutico não entendia o alcance da Terapia de Vidas Passadas (TVP), isso só veio a acontecer com a experiência e a verificação da evolução dos meus pacientes, submetidos ao processo. Não imaginei qual o nível de eficácia e se o tipo de mecanismo de que dispunha a terapia seria suficiente para acessar nossos conteúdos espirituais, coisa que normalmente consideramos inacessíveis, nem como alcançaria seus resultados ou sua potência terapêutica. A influência desses conteúdos milenares arquivados em nosso mundo íntimo aparece hoje sob vários nomes como: inconsciente, arquétipos, memória ancestral, inconsciente coletivo, etc. 

Assim fui trabalhando durante alguns anos e, com o tempo, verifiquei que estes princípios já haviam sido propostos bem antes de nossa era, a nível coletivo, por um terapeuta pioneiro muitíssimo superior a todos nós, seu nome era Jesus de Nazaré, o Cristo, que através de seu psiquismo superior  liberava os “pacientes” que lhe procuravam na época, doentes em todas as instâncias do ser: física, emocional, espiritual e psicologicamente. Penetrando no psiquismo e na problemática da vida das pessoas, até antes mesmo que lhes narrassem suas aflições, descarregava neles as energias de que era portador, doando-lhes seu toque curador de corpos e almas, mas o principal era o que fazia com as dúvidas e inquietações das pessoas. Mal comparado, o trabalho dos psicoterapeutas em todas as instâncias deveria ter no exemplo do mestre galileu um modelo de proceder no seu set jesus2terapêutico, pois assim o fazendo teriam condição de tratar não apenas os aspectos psico-emocionais de seus pacientes, mas penetrariam nos problemas oriundos de desajustes do seu espírito eterno.

O problema é que se vê o trabalho libertador do Cristo apenas pelo seu caráter religioso, esquecendo-nos de como ele transformava antes de mais nada a psique de quem lhe procurava, e estes foram dos milagres que ele realizou, os maiores possivelmente, mas passaram desapercebidos nos evangelhos, possivelmente porque os homens que os escreveram se impressionaram com seus atos “sobrenaturais”, do mesmo modo como o faríamos se os víssemos hoje. Assim é de se esperar que os milagres de Jesus que ganharam visibilidade tenham sido aqueles que confrontaram e torceram a natureza à sua vontade, alterando a realidade visível. Já os milagres interiores realizados por Jesus, mudando o modo de ser e transformando o espírito dos homens que conviveram com ele à sua época e, mais impressionante, continuam mudando até hoje, esses praticamente não aparecem em nenhum relato.

Muito de nós já experimentaram seus próprios milagres, sejam como superações e transcendências do próprio Eu, ou percebendo as ligações ocultas entre tudo o que existe, bem como, a partir de determinado momento da vida, ter a satisfação de sentir-se harmonizado com sigo e as pessoas que formam o todo de nossos relacionamentos. Esse tipo de equilíbrio interno e sensação de realização pessoal é o que muitas psicoterapias buscam e essa é sua razão de ser.

Quando se aliena do processo terapêutico nosso espírito imortal e se olha para o ser humano apenas como um maquinário biológico a serviço de sua própria sobrevivência e satisfação dos seus instintos, como se fôssemos apenas animais, perde-se a oportunidade de também operarmos “milagres” em nossos clientes e até em nós mesmos. O resultado que me espantou muito no início do trabalho com a TVP, e ainda hoje me surpreende, deriva justamente por essa corrente de tratamento ser focada no homem como espírito e procurar trata-lo como ser milenário resultante de uma evolução psicológica antiga e que ainda vai continuar por eras. A partir daí se tratar o homem-espírito antes do homem-psicológico mostra muito mais resultados, pois o espírito antecede ao corpo e dele se originam nossas expressões psicológicas, culturais e sociais.

Os efeitos das experiências espirituais e religiosas, como bem ensina a psicologia da religião hoje, podem ser curativos ou destrutivos, mas sempre causarão abalo nas fundações psíquicas do ser. Como Jung, o grande psicanalista do século XX já postulava: “A meta espiritual para a qual tende a natureza inteira do homem; é o mar em direção ao qual todos os rios percorrem seus acidentados caminhos; é o prêmio que o herói conquista em sua luta com o dragão”.

JesusEspero que minhas modestas e incompletas interpretações sobre estes temas estimule o leitor a se aprofundar em assunto tão apaixonante e, quem sabe, tirar alguma proveito disso. Estas estão compiladas no menu “A psicologia de Jesus” , à disposição daqueles que se interessarem em entender mais as lições preciosas do Mestre Maior, que deu aquilo que tinha de mais precioso, sua vida, para nos deixar os maiores exemplos de sabedoria.


 

ARQUIVO MORTO

AOS MEUS PACIENTES

Nos últimos 10 anos tive pacientes dos mais diferentes tipos no meu consultório: tive os agradáveis, os difíceis, os que queriam resolver logo sua vida, os que queriam apenas aliviar suas dores, aqueles que não sabiam o que queriam, os curiosos; alguns jovens, corajosos; anciãos às portas da morte, pacientes espiritualizados, céticos, cínicos, com fé demais, com fé de menos, "loucos varridos", pacientes divertidos, prepotentes, alguns amargos; todos de alguma forma doentes... de tudo: do corpo... da alma... do coração; mas todos com algo em comum, a necessidade de dividir suas dúvidas e angústias com alguém, de encontrar uma saída para suas dores e formas de acertar o que estava errado em suas vidas.

(clique aqui para ler na íntegra.)

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