domingo, 28 mai 2017
Administração

Os frutos da traição

Para quem não reflete as consequências de seus atos aqui, e vai vivendo movido apenas pelos interesses imediatos aqui vai uma história que mostra como isso pode nos atar a pessoas com quem travamos algum tipo de relacionamento e com as quais em algum momento, nem que seja em outra vida, teremos que nos acertar. I.C era uma paciente jovem que me chegou em 2003 trazendo queixas de depressão e tristeza, relacionadas com um namoro que não conseguia manter e ao mesmo tempo do qual queria sair sem ter forças para isto. Transcrevo a seguir o que a paciente me contou durante a regressão.

Logo que começamos ela disse: “Tem alguém aqui, um homem, parece um protetor é loiro, de olhos castanhos, com roupas antigas como se fosse um príncipe, mas ele não me olha”. Possivelmente ele era uma “presença” na regressão, continuei para descobrir suas verdadeiras intenções e perguntei-lhe o que houve entre eles no passado e ela começou a me relatar a história, que seu inconsciente buscou, guardada sabe-se lá a quantos séculos.principe

“Ele foi casado comigo, vivemos em um castelo, mas fiz algo errado… ele está muito triste comigo,…me pede paz”, pedi que me contasse a história e ela continuou: “Eu o matei por ciúme, era rico e tinha muitas amantes, eu ficava com muita raiva disso. Um dia ele chegou com muita raiva em casa, descobriu que eu o trai com um amigo dele, brigamos e o feri com uma espada, matando-o, tento fugir, mas dois homens me pegam. Quis me suicidar depois daquilo, e o faço realmente, tomando um vidro do que parece ser um remédio”.

Perguntei-lhe se ia morrer daquilo e ela me confirmou, logo depois da morte naquela vida viu o homem que foi seu marido lhe olhando com um semblante triste, ela também se sentiu extremamente triste e culpada por te-lo matado. Ao perguntar-lhe o que deveria ser feito agora, no presente, em relação aquele homem que ainda lhe acompanhava ela respondeu: “Preciso que ele me perdoe…”, mas ao dizer isso notou: “Parece que não aceita o pedido de perdão”.

Desconfiei da sinceridade de seu pedido e perguntei à paciente se aquele pedido era verdadeiro, imediatamente ela disse; “Não”, insisti num pedido real, que sei que seria o melhor para os dois e ela novamente anuiu, desta vez com sinceridade: “Preciso que ele me perdoe e vá embora, mas ele ainda parece triste”;  novamente lhe inquiri se ele aceitava seu perdão e parece que dessa vez funcionou: “Ele está indo embora, em paz, aceitou o pedido, está mais calmo e tranquilo”.

Com ela aliviada finalizamos a sessão com uma “presença” a menos na sua vida e o aprendizado de que não adianta mentir nessas situações porque ao espírito somos transparentes, não dá pra dissimular, e de que o perdão , afinal, é remédio salutar para muitos de nossos males nos relacionamentos.


2 Comentários

  1. porque fui abandonada pela minha mae ate aos 15 anos meu pai me maltrava muito.me odiava.minha mae dede que nasci me odiava ela faleceu agora em 09/04/2015 me rogando prgas nunca teve amor.carinho por mim.quando criança meu pai espancava ela.entao ela ia enbora me deixando.tive 7 madrasta.cada uma delas so ficava.um mes.ou dois.depois chegava outra assim foi.minha mae so sossegou em casa eu ja tinha 15 anos.passei fome muita fome.cresci casei fiquei so com 5 filhos passando fome.ate 4 anos atras eu ainda pasava fome agora nao.porque.porque!!!!

  2. Eu já tive varias regressaõs , ums bem triste outra mais o menos , uma foi na espanha era cigana fiz um pacto com meu noivo na hora da morte dele que nunca amaria ninguém ,enquanto nós não nos encontrsimos de novo . foi horrivel eu não vi o pacto desfeito acho que figou até hoje.

 

ARQUIVO MORTO

AOS MEUS PACIENTES

Nos últimos 10 anos tive pacientes dos mais diferentes tipos no meu consultório: tive os agradáveis, os difíceis, os que queriam resolver logo sua vida, os que queriam apenas aliviar suas dores, aqueles que não sabiam o que queriam, os curiosos; alguns jovens, corajosos; anciãos às portas da morte, pacientes espiritualizados, céticos, cínicos, com fé demais, com fé de menos, "loucos varridos", pacientes divertidos, prepotentes, alguns amargos; todos de alguma forma doentes... de tudo: do corpo... da alma... do coração; mas todos com algo em comum, a necessidade de dividir suas dúvidas e angústias com alguém, de encontrar uma saída para suas dores e formas de acertar o que estava errado em suas vidas.

(clique aqui para ler na íntegra.)

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