segunda-feira, 24 abr 2017
Administração

O ódio é vermelho

Tenho visto nos últimos tempos as pessoas fazerem acalorados debates sobre o ódio, principalmente pela imprensa na área da política. As pessoas se utilizam desse substantivo para adjetivar posições pessoais e políticas das mais diversas, ora é a esquerda contra a direita, ora o contrário, ambos se acusando mutuamente deste “pecado”, tão antigo quanto a humanidade e que influenciou a filosofia e as religiões de todas as épocas. Mas o que é o ódio afinal? Acho que nem todos sabem, principalmente pelo que posso perceber da forma em que se utilizam deste termo.

A maioria das pessoas que utiliza o termo o faz como sinônimo de intolerância, outros como fator de injúria a outros seres humanos, alguns dizem que ele é uma emoção que se dirige contra todos aqueles a quem queremos submeter pela força, já outras pessoas utilizam o termo de forma banal, apenas para representar algo a que tem absoluta repulsa. Não concordo com nenhuma dessas posições, o ódio é muito pior do que isso. O que acontece na maioria das vezes é que gente mal intencionada deseja se utiliza deste termo para adjetivar os outros quando estes apenas discordam de suas posições, principalmente políticas, outros não tem noção do que ele pode fazer de nocivo. O ódio é a mais negativa das emoções, e a de pior teor, o raivasentimento mais destrutivo, é o prazer equivocado que transforma a dor alheia em satisfação, gestando a vingança. Vinculado a outros sentimentos menos nobres como o ciúme, a inveja, a cobiça e tantos outros, transforma em algozes principalmente, os orgulhosos, sempre os mais susceptíveis de se melindrar com as contrariedades do mundo.

Por ele já se fez muito mal e se derramou muito sangue, inclusive o de inocentes, como as crianças, mães e alienados, sacrificados em guerras e outros conflitos fratricidas em nome da intolerância irracional que transforma em inimigos quaisquer um de raça, religião ou credo político divergente. O ódio nos torna coléricos e sanguinários, reduzindo nossa vibração energética a níveis muito baixos, por isso posso dizer que o ódio é vermelho, cor de vibração tão enérgica quanto baixa, pelo mesmo motivo desconfio de todo regime ou civilização que se utiliza desta coloração em seus símbolos, como o fizeram o Império Romano, os nazistas e, mais recentemente, o Khmer Vermelho. A utilização dessa cor por aqueles tipos de governo se explica possivelmente por ela ser a de mais baixa frequência do espectro visível, e como só podemos ver aquilo que impressione nossa visão,  é mais do que natural que as pessoas odiosas e violentas tenderão a ver o mundo nestes tons, até por que elas próprias vibram de forma baixa também; só pessoas assim poderiam, e tem, se associado a regimes tão sanguinários e violentos, coisa que ocorre também no caso de vidas fora deste plano, com aqueles que nos perseguem no astral.

Infelizmente um grande número de pessoas, muitas vezes sem perceber, carrega dentro de si muito ódio e raiva, contra tudo e contra todos, principalmente contra aqueles que lhes contrariem ou discordem de suas opiniões. Estas pessoas dão nomes dos mais diversos para aqueles sentimentos, e justificativas com vários graus de razoabilidade para eles. São espíritos que ainda não conseguiram se elevar acima de suas próprias vibrações malévolas e se entregam a todo tipo de sentimento baixo. Isso às vezes chega ao grau de patologia, adoecendo o indivíduo e se associando à doenças como a esquizofrenia e o transtorno bipolar, causando sofrimentos enormes aos seus portadores.

O ser humano, como espécie, só terá realmente evoluído quando tiver deixado para trás esse sentimento destrutivo, pois não há como desenvolver seu oposto, o amor, num coração tomado pelo ódio. Enquanto isso padeceremos de suas consequências destrutivas e maléficas, como é sempre o resultado de qualquer sentimento baixo daqueles que já falei. Assim nações e pessoas ainda sofrerão as consequencias do ódio em sua vida enquanto não nso apercebermos do quanto isto nos faz mal

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ARQUIVO MORTO

AOS MEUS PACIENTES

Nos últimos 10 anos tive pacientes dos mais diferentes tipos no meu consultório: tive os agradáveis, os difíceis, os que queriam resolver logo sua vida, os que queriam apenas aliviar suas dores, aqueles que não sabiam o que queriam, os curiosos; alguns jovens, corajosos; anciãos às portas da morte, pacientes espiritualizados, céticos, cínicos, com fé demais, com fé de menos, "loucos varridos", pacientes divertidos, prepotentes, alguns amargos; todos de alguma forma doentes... de tudo: do corpo... da alma... do coração; mas todos com algo em comum, a necessidade de dividir suas dúvidas e angústias com alguém, de encontrar uma saída para suas dores e formas de acertar o que estava errado em suas vidas.

(clique aqui para ler na íntegra.)

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