domingo, 25 ago 2019
Administração

Encontros, desencontros e reencontros (Introdução)

Na vida humana todos temos encontros e desencontros, várias vezes, ao longo da vida, uns bons, outros nem tanto, com algumas pessoas o acaso parece teimar em nos fazer trombar várias vezes, outras parecem nos perseguir sem motivo. Com algumas sentimos acender no peito sentimentos inexplicáveis, coisas confusas e aparentemente desconexas. Aproveitando que o tema da reencarnação está aparecendo com uma certa constância na mídia vou tentar esclarecer aqueles fatos por esta ótica.

O que normalmente não percebemos é que na realidade existe sim uma conexão, um pano de fundo, que une e guia a maior parte dos encontros e desencontros humanos, isso pode muito bem ser explicado pelo que chamamos aqui de reencarnação. Este termo é muitas vezes inapropriadamente confundido com algumas religiões como o espiritismo, mas na realidade faz parte de um grande número de crenças ao redor do mundo, do hinduísmo ao budismo e Almasinúmeras outras, incluindo-se aí o cristianismo nos seus primeiros anos. O mais importante é que na realidade o termo se refere a algo que muitos médicos, cientistas e estudiosos pelo mundo vem constatando a algumas décadas: a sobrevida do espírito e o seu retorno à terra para novas experiências na carne é algo absolutamente normal e corriqueiro, apesar de chocar e escandalizar alguns crentes, presos a convicções tão atrasadas quanto cegas.

A ciência vem descortinando cada vez mais fatos que corroboram a constatação que o espírito retorna à vida em outras existências, demonstrando aptidões e memórias que de outra forma seriam impossíveis, não admite isso quem não quer ver um fato que é inconteste, ainda mais nestes tempos de fácil e farta informação, ao alcance de um clique, bastando procurar quaisquer assuntos relacionados ao tema da reencarnação. Marcas de nascença, lembranças de coisas, pessoas e lugares nunca antes visitados e revividos com detalhes, todas estas são formas de se comprovar que a vida é um ciclo contínuo de viver, morrer e renascer, nunca deixando o espírito do homem de existir, para tristeza dos materialistas.

Quando comecei a trabalhar no meu consultório não tinha nenhuma religião, era um “crente sem crença”, acreditava num Deus criador, mas descria em qualquer religião formal, intuitivamente acreditava que a reencarnação era algo real e que explicava muito sobre mim e as outras pessoas, mas não entendia seus mecanismos; conforme fui tratando e conhecendo as histórias de meus pacientes fui ficando cada vez mais convicto de que a reencarnação era um fato, pois apenas ela poderia explicar tudo o que ocorria entre a vida e a morte de dezenas de personagens revividos e relembrados pelos meus clientes em terapia, e passei a entender a grande sabedoria embutida neste processo. Seria impossível que dezenas de pacientes, das mais diversas formações e crenças, e alguns até sem crença nenhuma, contassem histórias tão parecidas, principalmente depois que lembravam das mortes de suas personagens, das lições guardadas pelos seus espíritos e das decisões tomadas que influenciariam várias vidas dali para a frente.

Muitas vezes busquei na internet nomes de pessoas e locais históricos para comprovar por mim mesmo a veracidade da informação chegada pelas regressões que assistira, e numa grande parte das vezes essa confirmação ocorria. Assim pude consolidar cada vez mais a minha convicção em uma vida eterna, de várias e várias reencarnações e muitos aprendizados, sem que isso fosse apenas uma crença, ou dogma, como o de muitos, ou que se baseia em ensinamentos alheios à comprovação real, mas sim embasei-me em experiências comprováveis de pessoas insuspeitas.

Conhecer a reencarnação implica em aprofundar o saber sobre uma série de outras repercussões das ações e atitudes sobre o nosso destino, implica também em saber a influência que exercemos uns sobre os outros, e os motivos de tantos desencontros e de outros tantos sofrimentos, muitas vezes inexplicáveis. Com essa visão e este entendimento as causas e efeitos de nossos atos ganham coerência e significado lógico, em acordo com a nossa razão, independente de qualquer crença; podemos assim continuar a aprender e a evoluir até o infinito, em companhia de todos aqueles que aprendemos a amar.

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ARQUIVO MORTO

AOS MEUS PACIENTES

Nos últimos 10 anos tive pacientes dos mais diferentes tipos no meu consultório: tive os agradáveis, os difíceis, os que queriam resolver logo sua vida, os que queriam apenas aliviar suas dores, aqueles que não sabiam o que queriam, os curiosos; alguns jovens, corajosos; anciãos às portas da morte, pacientes espiritualizados, céticos, cínicos, com fé demais, com fé de menos, "loucos varridos", pacientes divertidos, prepotentes, alguns amargos; todos de alguma forma doentes... de tudo: do corpo... da alma... do coração; mas todos com algo em comum, a necessidade de dividir suas dúvidas e angústias com alguém, de encontrar uma saída para suas dores e formas de acertar o que estava errado em suas vidas.

(clique aqui para ler na íntegra.)

CONSULTAS EM MANAUS