sábado, 21 jul 2018
Administração

“As férias da minha vida”

feriasdaminhavidaEsse é o nome de um filme que acabei de ver, uma comédia, mas que tem muito de sério, principalmente no que diz respeito ao modo de como vivemos a vida. O resumo do filme é o seguinte: uma vendedora em uma rede de varejo recebe o diagnóstico de que só tem mais 4 semanas de vida e decide resgatar todo o seu pecúlio e gastar toda a sua poupança em um hotel luxuosíssimo nas montanhas e lá encontra um grupo de pessoas com as quais passa a partilhar a vida no que seria o seu último mês de vida.

Nesse período, em que nossa personagem desfrutou do bom e do melhor, ela experimentou várias experiências intensas que normalmente teria adiado ou não teria realizado por vergonha, medo ou simples comodismo. Vivendo dessa maneira ela findou angariando simpatias e se tornando referência para aqueles que lhe cercavam; sendo sincera em suas opiniões, procurando dividir com os outros momentos de vida prazerosos e cheios de afeto genuíno descobriu que havia perdido muito tempo em sua vida com valores sem sentido, que deixa bem claro ao longo do filme. Deixando a lição de que viver com intensidade e sinceridade consigo e com os outros é a melhor forma de se passar pela vida. Uma das frases mais marcantes ditas pela personagem no filme é quando ela, desmascarada em sua condição social de pessoa simples pelo antigo chefe, diz que viveu a vida inteira sem ir em busca das coisas que poderiam realmente te-la feito se sentir feliz, em grande parte por, como diz ela em relação a todos nós, “sermos medrosos”, pura verdade.

Esse tema parece que tem me perseguido ultimamente, creio que isso não seja apenas acaso, possivelmente por eu ter encontrado várias situações assim nos últimos tempos tenho visto motivos suficientes para escrever algo tentando prevenir aqueles que lerem estes posts para que vivam a vida de forma mais completa, de preferência sem medos, pois no final das contas isso só vai nos atrapalhar de viver a vida de forma completa e desfrutar do afeto e amor das pessoas por tolices ou falsos valores.

Podemos ter medo de várias coisas, desde perigos reais até o medo de falhar e dar vexame na frente de outras pessoas, medo de sofrer e de ser infeliz, de ir para o inferno ou apenas de dizer não para não desagradar as pessoas. Não importa, qualquer que seja ele, se você o cultivar ele pode destruir suas possibilidades de ser feliz por completo; não deixe que nenhum medo lhe domine, enfrente-o e seja feliz.

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ARQUIVO MORTO

AOS MEUS PACIENTES

Nos últimos 10 anos tive pacientes dos mais diferentes tipos no meu consultório: tive os agradáveis, os difíceis, os que queriam resolver logo sua vida, os que queriam apenas aliviar suas dores, aqueles que não sabiam o que queriam, os curiosos; alguns jovens, corajosos; anciãos às portas da morte, pacientes espiritualizados, céticos, cínicos, com fé demais, com fé de menos, "loucos varridos", pacientes divertidos, prepotentes, alguns amargos; todos de alguma forma doentes... de tudo: do corpo... da alma... do coração; mas todos com algo em comum, a necessidade de dividir suas dúvidas e angústias com alguém, de encontrar uma saída para suas dores e formas de acertar o que estava errado em suas vidas.

(clique aqui para ler na íntegra.)

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