sexta-feira, 23 ago 2019
Administração

Katy Perry and Jesus

Assistindo um show da cantora americana Katy Perry pela tv, num evento de moda, observei, entre curioso e emocionado, que ela ao começar a cantar elevou o braço esquerdo e mostrou claramente, numa atitude de força, um nome tatuado no pulso : “Jesus”. Fui atrás de descobrir o motivo dela ter feito aquilo e encontrei, num site, que ela tem a religião muito presente em sua vida e sempre procura de lembrar de onde veio. Isso me impressionou muito, afinal não é uma atitude que se espere numa “popstar”.Katy Parry

Ao mesmo tempo pensei em quantos de nós temos vergonha de nos associarmos à figura de alguém que marcou a história espiritual da humanidade, seja Cristo, ou qualquer um, como se cultivar os valores mais nobres do ser humano fosse algo do que se envergonhar. Talvez isso ocorra porque vemos tanta gente sendo explorada à nossa volta por religiões inescrupulosas, sendo feito de tolos e fanatizados em nome de profetas dos quais só se aproveitam dos ensinamentos aquilo que lhes é conveniente, que criamos uma defesa, inconsciente e imediata contra qualquer associação que nos vá fazer parecer tolos ou fanáticos perante nossos pares.

No lindo exemplo da cantora, que, sinceramente, não sei se hoje continua a ter a mesma fé que lhe motivou inicialmente a se tatuar, me marcou justamente sua falta de vergonha de expor sua admiração pelo mestre Galileu; ainda mais sendo uma pessoa pública que com seus gestos vai influenciar a opinião de milhares de outras pessoas. Quanta coragem…e nós aqui, às vezes com vergonha de dizer até que vamos à missa, ao culto, ou que seguimos alguma religião em especial, só para não nos acharem atrasados, antiquados ou fora de moda; como se fé, amor, devoção, e felicidade tivessem época ou dependessem de alguma moda.

Nessa época, em que comemoramos o nascimento do grande mestre, atitudes como essa nos ajudam a lembrar suas singelas lições, que marcaram a humanidade para sempre, e que deveríamos sempre exercitar: amar ao próximo como a nós mesmos e a Deus sobre todas as coisas, cultivar a humildade e viver a vida com simplicidade.

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ARQUIVO MORTO

AOS MEUS PACIENTES

Nos últimos 10 anos tive pacientes dos mais diferentes tipos no meu consultório: tive os agradáveis, os difíceis, os que queriam resolver logo sua vida, os que queriam apenas aliviar suas dores, aqueles que não sabiam o que queriam, os curiosos; alguns jovens, corajosos; anciãos às portas da morte, pacientes espiritualizados, céticos, cínicos, com fé demais, com fé de menos, "loucos varridos", pacientes divertidos, prepotentes, alguns amargos; todos de alguma forma doentes... de tudo: do corpo... da alma... do coração; mas todos com algo em comum, a necessidade de dividir suas dúvidas e angústias com alguém, de encontrar uma saída para suas dores e formas de acertar o que estava errado em suas vidas.

(clique aqui para ler na íntegra.)

CONSULTAS EM MANAUS